Avançar para o conteúdo principal

Condicionais

Por vezes não sei o que fazer

Alguém nos pede assessoramento. O que....? 
Dê os conselhos referidos em cada circunstância, para completar as frases
O que faço se vejo um acidente com feridos...?
(dar aviso à polícia)
Caso vejas....
Se vires...
No caso de veres...
O que fazemos se não aceitam euros...?
​(fazer o câmbio no país)
Se
Caso
No caso de
O que faço se temos um acidente sem feridos...?
​(preencher DAAA)
No caso de
Caso
Se

O que faço se o outro envolvido se negasse a assinar a Declaração Amigável...?
​(tomar nota da matrícula do carro)
Caso
Se
No caso de
O que fazemos se  temos que levar os putos...?
​(fazer paragens cada 2 ou 3 h.)) 
Se
Caso
No caso de
O que faço se  não há espaço na mala do carro para a bagagem..?
  ​(instalar um porta-bagagens no tejadilho)) 
Se
No caso de
Caso

O que faço se dizem que não podemos instalar-nos com a nossa tenda de campismo?

(marcar uma reserva com antecedência)
Agora use os três conetores na ordem que quiseres:

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Dependência afetiva

Responda V ou F segundo o que se diz no áudio, ou também F se não se defender explicitamente: A dependência afetiva:      é característica dos seres humanos.      causa aborrecimento permanente nas relações.      dá origem a situações conflituosas constantes.      o pior é reconhecer o problema à frente do parceiro.      não tem a ver com ter uma relação ruim É recomendável pedir desculpa pelos erros já cometidos Mesmo adultos reproduzimos os modelos afetivos dos nossos pais As necessidades básicas deveriam ser partilhadas com @ outr@ Não temos que nos sentir culpados por implorar amor. Reconheça as suas próprias opiniões. Nada tem mais valor do que encontrar @ parceir@ ideal. (até 6:10)

Conectores do discurso. Textos e compreensão escrita

Por completar pessoalmente

Operadores discursivos Tx argumentativo em confecção

Argumentação e operadores A argumentação é uma característica pertencente às situações de comunicação do falante de uma língua. Isso pode ser fundamentado pela ideia de que, ao utilizarmos a língua, seja na escrita, seja na fala, a nossa intenção é a de nos expressarmos. O que foi apresentado anteriormente é o que afirma Oswald Ducrot, linguista francês do século XX. Para ele, a língua é fundamentalmente argumentativa, ou seja, as interações comunicativas estão permeadas por nossas intenções de tal forma que esses elementos linguísticos já estão contidos na estrutura da língua. Isso acontece porque, de acordo com a intenção do falante, ele seleciona determinadas estruturas da língua para que o objetivo (intenção) dele seja alcançado. Dessa forma, ao fazer certas escolhas, a opinião do falante é evidenciada. É assim que podemos confirmar que a argumentação está, obrigatoriamente, presente na língua. Entre essas “determinadas estruturas da língua”, encontramos os...